CBS anuncia suas renovações:

Nesta quinta-feira (13), a CBS anunciou as renovações e os cancelamentos da sua programação. Das 18 séries da emissora, 14 foram renovadas. The Big Bang Theory (comédia de maior audiência da televisão americana e o programa com o mais público alvo do mundo) garantiu mais três temporadas, tendo confirmado seu 10º ano. ” Survivor ” também foi renovada para mais de um ano. As outras renovadas foram: ”NCIS” (12ª temporada), ”NCIS: Los Angeles” (6ª temporada), ”Person of Interest”, ”CSI”, ”Hawaii Five-0”, ”Blue Bloods”, ”Criminal Minds”, ”Elementary”, ”The Good Wife”, ”2 Broke Girls”, ”The Millers”, ”Two and a Half Men”, ”Mike & Molly” e ”Mom”. E as que não foram incluídas são: ”The Crazy Ones”, ”Intelligence”, ”Hostages” e ”The Mentalist”.

O fato de algumas séries não terem sido incluídas entre as renovações não as fazem canceladas, mas já dá como certo um cancelamento iminente. Mais informações em breve.

Por: Kaio Lopes 

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” The Noite ” dá aula de humor em sua estreia:

Estreou ontem no SBT o talk-show ” The Noite ”, apresentado por Danilo Gentili. A expectativa já era grande, afinal, Danilo comprovou com o ” Agora é Tarde ” – agora com Rafinha Bastos – que sabia fazer humor, aprendeu com o tempo a entrevistar, a conduzir um programa de maneira espontânea e qualificada. Mas o resultado foi ainda melhor. O clipe inicial foi genial, mostrou o elenco sendo trazido ao programa e estes passando por atrações do SBT. O cenário do programa é impecável, não parece que é produzido pela emissora de Silvio Santos. O monólogo inicial foi hilário, tal como as entrevistas dos estagiários e as indiretas ao ” Agora é Tarde ” e Murilo Couto vestido como uma ” chiquitita. ”. Outra grata surpresa foi Diguinho Coruja, agora no lugar de Marcelo Mansfield. Apesar dele não ter tido uma participação muito grande, seus poucos momentos valeram a pena. Juliana e a sua simplicidade agradou, Léo Lins também e o Ultraje fez a sua parte como sempre. Porém o ápice da estreia foi a entrevista com o humorista Fábio Porchat, que durante todo o tempo esteve entrosado com Gentili, respondendo suas perguntas de forma satisfatória e rendendo um diálogo agradável, que definitivamente comprovou a capacidade que Danilo Gentili adquiriu para entrevistar seus convidados. A audiência foi extremamente satisfatória. Foram 6,1 pontos com máxima de 7,5 e vice-liderança isolada, diferente dos 4 pontos que Danilo tinha no ” Agora é Tarde ”, o que lhe rendia apenas o 4º lugar no ranking.

O que podemos concluir é que se Danilo Gentili e todo o elenco do programa manter o ritmo em que estiveram ontem, o ” The Noite ” será uma das melhores opções da televisão aberta, senão a melhor. Danilo é um dos melhores humoristas do país – talvez o melhor da nova geração – e tem ao seu lado outras ótimas peças, que se bem montadas formam um encaixe perfeito para um programa perfeito.

Esperei pelo programa e não me arrependi. Pelo contrário, deixo evidente aqui a minha satisfação com o que eu vi. Ri durante toda a exibição e ao final fiz questão de aplaudir o espetáculo que foi a edição inicial.

” Agora é Tarde pra concorrência… THE NOITE chegou com tudo ”.

Por: Kaio Lopes

” And the Oscar goes to… ”

Foi encerrado há alguns minutos a maior premiação do cinema e abaixo estão os vencedores em todas as categorias:

Filme
“12 anos de escravidão”
“Gravidade”
“Trapaça”
“Capitão Phillips”
“Clube de compras Dallas”
“Ela”
“Nebraska”
“Philomena”
“O lobo de Wall Street”

Diretor
Alfonso Cuarón, de “Gravidade”
Martin Scorsese, de “O lobo de Wall Street”
Steve McQueen, de “12 anos de escravidão”
Alexander Payne, de “Nebraska”
David O. Russell, de “Trapaça”

Atriz
Cate Blanchett, de “Blue Jasmine”
Sandra Bullock, de “Gravidade”
Judi Dench, de “Philomena”
Amy Adams, de “Trapaça”
Meryl Streep, de “Álbum de família”

Ator
Christian Bale, de “Trapaça”
Bruce Dern, de “Nebraska”
Leonardo DiCaprio, de “O lobo de Wall Street”
Chiwetel Ejiofor, de “12 anos de escravidão”
Matthew McConaughey, de “Clube de compras Dallas”

Atriz coadjuvante
Sally Hawkins, de “Blue Jasmine”
Jennifer Lawrence, de “Trapaça”
Lupita Nyong’o, de “12 anos de escravidão”
Julia Roberts, de “Álbum de família”
June Squibb, de “Nebraska”

Ator coadjuvante
Barkhad Abdi, de “Capitão Phillips”
Bradley Cooper, de “Trapaça”
Michael Fassbender, de “12 anos de escravidão”
Jared Leto, de “Clube de compras Dallas”
Jonah Hill, de “O lobo de Wall Street”

Roteiro original
Eric Warren Singer e David O. Russell, de “Trapaça”
Woody Allen, de “Blue Jasmine”
Craig Borten e Melisa Wallack, de “Clube de compras Dallas”
Spike Jonze, de “Ela”
Bob Nelson, de “Nebraska”

Roteiro adaptado
Billy Ray, de “Capitão Phillips”
Richard Linklater, Julie Delpy e Ethan Hawke, de “Antes da meia-noite”
Steve Coogan e Jeff Pope, de “Philomena”
John Ridley, de “12 anos de escravidão”
Terence Winter, de “O lobo de Wall Street”

Maquiagem e cabelo
“Clube de compras Dallas”
“Jackass apresenta: Vovô sem vergonha”
“O cavaleiro solitário”

Figurino
“Trapaça”
“O grande mestre”
“O grande Gatsby”
“The Invisible Woman”
“12 anos de escravidão”

Animação
“Os Croods”
“Ernest & Celestine”
“Frozen: Uma aventura congelante”
“Meu malvado favorito 2”
“Vidas ao vento”

Efeitos visuais
“Gravidade”
“O hobbit: A desolação de Smaug”
“Homem de ferro 3”
“O cavaleiro solitário”
“Star trek: além da escuridão”

Curta-metragem
“Aquel no era yo”
“Avant que de tout perdre”
“Helium”
“Pitääkö Mun Kaikki Hoitaa?”
“The Voorman Problem”

Documentário em curta-metragem
“CaveDigger”
“Facing fear”
“Karama has no walls”
“The lady in number 6: Music saved my life”
“Prison terminal: The last days of private Jack Hall”

Documentário em longa-metragem
“The act of killing”
“Cutie and the Boxer”
“Dirty Wars”
“The Square”
“A um passo do estrelato”

Edição de som
“All Is Lost”
“Capitão Phillips”
“Gravidade”
“O hobbit: A desolação de Smaug”
“O grande herói”

Mixagem de som
“Capitão Phillips”
“Gravidade”
“O hobbit: A desolação de Smaug”
“Inside Llewyn Davis: Balada de um homem comum”
“O grande herói”

Curta-metragem de animação
“Feral”
“Get a horse!”
“Mr. Hublot”
“Possessions”
“Room on the broom”

Fotografia
“O grande mestre”
“Gravidade”
“Inside Llewyn Davis: Balada de um homem comum”
“Nebraska”
“Os suspeitos”

Edição
“Trapaça”
“Capitão Phillips”
“Clube de compras Dallas”
“Gravidade”
“12 anos de escravidão”

Filme estrangeiro
“Alabama Monroe” (Bélgica)
“A grande beleza” (Itália)
“A caça” (Dinamarca)
“The missing picture” (Camboja)
“Omar” (Palestina)

Design de produção
“Trapaça”
“Gravidade”
“O grande Gatsby”
“Ela”
“12 anos de escravidão”

Canção original
“Happy”, de “Meu malvado favorito 2” – Pharrell Williams (música e letra)
“Let it Go”, de “Frozen: Uma aventura congelante” – Kristen Anderson-Lopez e Robert Lopez (música e letra)
“The Moon Song”, de “Ela” – Karen O (música e letra) e Spike Jonze (letra)
“Ordinary Love”, de “Mandela: Long walk to freedom” – Bono, Adam Clayton, The Edge, Larry Mullen Jr. e Brian Burton

Trilha sonora original
John Williams, de “A menina que roubava livros”
Steven Price, de “Gravidade”
William Butler e Owen Pallett, de “Ela”
Alexandre Desplat, de “Philomena”
Thomas Newman, de “Walt nos Bastidores de Mary Poppins”

OBS: A apresentadora Ellen DeGeneres entrou para a história da internet quando reuniu em ” Selfie ” grandes artistas, entre os quais se incluíam Jared Leto, Jennifer Lawrence, Meryl Streep, Julia Roberts, Bradley Cooper, Kevin Spacey, Brad Pitt, Angelina Jolie e Lupita Nyong’o. A imagem em 40 minutos tornou-se a mais retweetada da história do Twitter com mais de 1 milhão de retweet’s de 700 mil curtidas. Até então já são mais de 2 milhões de pessoas que retweetaram a imagem:

Atores se espremem para aparecer na foto (Twitter / Reprodução)

Por: Kaio Lopes

Mamonas Assassinas: Um meteoro eterno.

MAMONAS ASSASSINAS

É complicado descrevê-los. Mais ainda compreender o porquê deles terem ido embora cedo demais, porém já afirmava Renato Russo ♪ É tão estranho, os bons morrem jovens. ♪

Os garotos que se aventuravam como a banda ” Utopia ” de 1990 até 1994 se transformaram nos Mamonas Assassinas. E transformaram a música daquela década, influenciaram uma geração juvenil e infantil. Mostraram que a música pode ser qualificada, mesmo quando debochada. Foram compreendidos, aceitados e venerados pelos seus fãs, apesar de críticas negativas daqueles que os consideravam ” depravados ”. Mas a ” depravação ” deles nos renderam hits divertidos e não menos inteligentes que quaisquer outros da época. Fizeram do rock uma forma espontânea e carismática de mostrar ao Brasil que versos podem alegrar as pessoas e sem que pra isso precisassem de apelação. Se viram rapidamente numa drástica mudança cotidiana e Guarulhos nunca mais foi a mesma durante e após o fim da banda. Banda que conquistou prêmios tão repentinamente, mas que não mudou a sua essência, manteve a humildade e tão cedo não pôde nos mostrar mais do que tinham, porque uma tragédia interrompeu os garotos. Estes que viram no microfone, na guitarra ou na bateria uma maneira de atingir o sucesso e quando alcançaram o ápice da fama, infelizmente foram tirados de nós. Por que tão cedo? Por que desse jeito? Em 02/03/1996 o país parou e fez a si mesmo essas perguntas, questionando o tempo e buscando motivos, respostas que o confortasse. Pressentimentos dos integrantes foram postos na mídia e polemizados após o acidente, afinal, antes de voarem ainda mais quando achavam que já tivessem atingindo o limite, tiveram sonhos e os declaram aos amigos, temeram que naquela viagem suas vidas fossem jogadas ao ar. Eu nasci em 1997, não pude apreciá-los enquanto vivos, mas tive a oportunidade de ouvi-los aos 5 anos, foi a primeira banda de rock da qual me tornei fã. Há 18 anos eles estranhamente se foram, mas o que construíram está em pé e estruturalmente eterno. Definitivamente os Mamonas Assassinos fizeram a sua história e se posicionaram entre os grandes fenômenos da música nacional – com absoluto mérito. Num ano em que também perdemos Renato Russo, pouco antes havíamos perdido Dinho, Bento, Samuel, Sérgio e Júlio. Mas as músicas estão aí, porque o meteoro que os trouxeram em evidência os mantiveram e o sucesso que fizeram em tão pouco tempo talvez nunca jamais ninguém repita.

Como fã lembro-me emocionado das imagens daquele dia – as quais pude ter acesso quando me tornei admirador da banda. Mas também como fã faço questão de lembrar dos momentos divertidos, dos sorrisos e risos, das brincadeiras e gírias e do que foram eles enquanto vivos.

Saudades !

Por: Kaio Lopes

Audiência USA (27/02/14):

Apesar da ligeira queda, The Big Bang Theory mantém a liderança de forma fácil e isolada. Com um episódio tido como ótimo pela crítica, Grey’s Anatomy ampliou os seus índices, tal como Two And a Half Men – que teve um crescimento considerável. Confira na tabela os índices: 

audiência quinta

Por: Kaio Lopes [FONTE: Série Maníacos]

A vergonhosa política brasileira:

Li com muita indignação nesta quinta-feira, 27, que José Dirceu junto aos outros 7 réus do crime de formação de quadrilha, que haviam sido condenados pouco tempo atrás, foram absolvidos dada a alegação de que eles não formaram quadrilha. E o Brasil novamente é estapeado pela sua própria constituição.

É vergonhoso que ladrões sejam tidos como inocentes. Vergonhoso que tenhamos que aceitar e inúteis assistir aos vários roubos cometidos por estes dia após dia. É vergonhoso que a política seja tratada dessa maneira, que a constituição brasileira aja conformada e omissa quanto ao que fazem com o país.  É vexatório que a sociedade brasileira acompanhe tamanha barbárie e se aquiete, se acomode e diga novamente: ” Eu já sabia ”. Talvez a  previsibilidade venha do conformismo, da constante covardia e do frequente medo. O Brasil é facilmente iludido. Achou que eles seriam presos e isso os colocariam longe das decisões políticas. Presos? Quando condenados, essa gente acumula atestados médicos e falsos boletins que os dão o direito de permanecerem em casa. Porém, estejam eles por trás de uma cela ou em Brasília, sempre estarão enganando e traçando formas de enriquecimento próprio, tais que não só corrompem a política brasileira, mas reforçam uma imagem desmoralizada do Brasil no exterior, consequentemente somos tidos lá fora como meros babacas. E realmente somos.  A corrupção está em vários países de diversos modos, mas aqui ela está acompanhada da facilidade e da tranquilidade que permite e induz os políticos a continuarem a ser ladrões. Nos roubam, nos enganam, nos diminuem e negligenciam os nossos problemas com o intuito egoísta e desonesto de olharem para os seus próprios bolsos, pegarem suas carteiras e concluírem que ali falta o nosso dinheiro, aquele que deveria ser investido na educação, na saúde e lazer.

O Brasil é um circo. Palhaços anunciando pseudas-mágicas e enganando o público trivialmente. Renato Russo já se perguntava: ” Que país é esse? ” e a resposta está aí.  Somos derrotados por uma constituição parcial e anti-ética. Somos vistos como nada e usados para tudo – menos para o que nos interessa.

Cazuza, o Brasil já mostrou a sua cara… Esta sem olhos, sem ouvidos e sem boca.

Declaro aqui a minha vergonha como cidadão brasileiro e abaixo deixo a declaração de Joaquim Barbosa, uma das exceções políticas em quem podemos confiar e faço das palavras dele as minhas:

Por: Kaio Lopes

Audiência USA – 20/02/14 (Quinta-Feira):

 

Dado ao sucesso das ” Olimpíadas de Inverno – Sochi 2014 ” pela NBC, as emissoras costumam reprisar suas atrações, exceto a Fox, que optou por exibir novamente episódio inédito de American Idol, que está tendo a pior audiência de sua história. A reprise de The Big Bang Theory pela CBS atingiu a liderança entre as séries, mostrando o quão fenomenal é a audiência do programa

Confiram:

QUINTA AUDIÊNCIA

Fonte: Série Maníacos 

TRAGÉDIA: Pai pula do 13º andar com o filho e ambos morrem.

As brigas de casais continuam culminando em grandes tragédias. É o que aconteceu no fim da noite de ontem (17) em Osasco – SP. Um homem após ter brigado com sua mulher – e tê-la agredida – pegou seu filho no colo e se jogou do 13º andar, causando a morte de ambos. A mulher sofreu leves danos.

A violência para ser tão fascinante para aqueles egoístas que são incapazes de tirar suas próprias vidas sem deixar aqueles que ainda tem muito a viver.

Só nos resta lamentar.

Por: Kaio Lopes

OPINIÃO: American Horror Story

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Na volta da coluna ” OPINIÃO ”, opinarei sobre as três diferentes temporadas do sucesso norte-americano American Horror Story, que também é um fenômeno no Brasil. É uma análise sobre as primeiras temporadas: Murder House, Asylum e Coven. 

MURDER HOUSE: É uma ótima temporada. Absolutamente dinâmica, ativa e imprevisível, com histórias centrais interessantes e com todos os núcleos se interligando de uma forma coerente e honesta. Porém houveram confusões no roteiro ao tentarem dar uma explicação detalhada sobre o porquê de tudo. As atuações – com exceção da limitada interpretação de Dylan McDermott, estiveram sempre em alta, com raras oscilações. A season finale foi sensacional. Esteve correta do começo ao fim, tendo um desfecho justo e trágico, afinal, quem foi que disse que as séries precisam ter finais felizes? Murder House acertou nisso. Atravessou as críticas, manteve a qualidade e não foi induzida pelas opiniões convencionais dos críticos, o que culminou numa temporada convincente e repercutida. A audiência foi de 2,8 milhões, um sucesso.

ASYLUM: Impossível descrever o quão espetacular foi American Horror Story: Asylum. Impecável nas atuações, no roteiro, nos cenários e situações, absolutamente chocante e corajosa. Foi disparada a melhor temporada e talvez jamais seja superada. O que foi Jessica Lange no papel de ” Sister Jude ” ? Espetacular interpretação perante aos textos propostos, conseguiu manter a personagem intacta da season premiere até a season finale, rendendo a Jessica criticas positivíssimas. Mas não foi só ela que esteve em seu ápice. Sarah Paulson como Lana Winters (a eterna Lana Banana) esteve brilhante, dando ênfase ao seu drama de uma maneira extremamente realista e tendo no final uma atuação perfeita, mostrando que em Asylum todos poderiam mudar drasticamente as suas atitudes, proporcionando aos fãs uma imprevisibilidade prazerosa de se acompanhar. Lily Rabe no papel de ” Sister Mary Eunice ” esteve ousada e sensacional em suas cenas, especialmente nas que esteve acompanhada pela Sister Jude – porém teve uma morte leve dado ao que o público esperava, após ela ter tido uma vilania tão irritante, que causou ódio na maioria dos fãs. James Cromwell como Dr. Arthur Arden, Zachary Quinto como Dr. Oliver Thredson, Evan Peters como Kit Walker, Lizzie Brocheré como Grace e Joseph Fiennes como Monsenhor Timothy Howard também demonstraram segurança em seus respectivos e agradáveis papeis. Asylum foi tão incrível, que torna-se impossível citar todos os momentos inesquecíveis, entre os quais se incluem descumprimentos de conceitos religiosos, crimes atrozes e o fechamento da Briarcliff. Foi uma temporada que conseguiu causar simpatia entre os protagonistas e o público, pois o sofrimento de Kit e Lana eram tão injustos e intensos, que era impossível não torcer para que ambos conseguissem logo denunciar o manicômio. Iria ser um louco se esquecesse de citar a viciante canção ♪ Dominique, nique, nique ♪ e a inesquecível e divertidíssima The Name Game – cantada por Jessica Lange em um momento delirante da Sister Jude. Enfim, não há como não amar Asylum e que não ousem tê-la como ruim, média e (ou) boa. Foi espetacular – pena que a audiência foi a pior entre as três temporadas, mas não menos significativa.

COVEN: Foi definitivamente a que menos me agradou, porém se mostrou um fenômeno de audiência, principalmente por ter tido como tema principal um tema tão jovem quanto a bruxaria. Coven foi confusa, errônea em alguns momentos, incoerente em outros e algumas atuações foram vexatórias, como a de Taissa Farmiga e de Evan Peters, ambos indo a contrapartida do que fizeram em Murder House, quando estiveram bens demais.  Porém outras atuações foram encantadoras, me refiro principalmente ao que foi realizado com proeza novamente por Jessica Lange, agora no papel de Fiona Goode, mas também a Sarah Paulson, que esteve ótima como Cordelia Foxx. Porém as palmas dessa vez são batidas para Emma Roberts (espetacular atriz) que mostrou o porquê de ser um sucesso no que faz ao interpretar Madison Montgomery e simplesmente deixar os seus companheiros de cena invisíveis perante ao seu talento arrebatador. Lily Rabe desta vez atuou como Misty Day, uma personagem mediana. Kathy Bates me agradou muito no papel de Madame LaLaurie, afinal, o seu racismo era tão grande quanto a sua arrogância, características que a puseram em textos magníficos e marcantes, rendendo ao público impecáveis cenas – ao lado de Gabourey Sidibe (Queenie) principalmente. O final de Coven foi bom, estando ele no patamar de todos os outros episódios. A bruxaria não me agrada, mas Coven me agradou, muito menos que as temporadas anteriores, mas de uma forma diferente, mostrando que um tema chato pode ser realizado de uma forma a transformá-lo drasticamente e deixá-lo bacana. Mas foi a indefinição central o grande problema de Coven, as histórias se perdiam e Ryan não manteve as situações como deveria ter as mantido, fez uma mistura de temas desnecessários. Resta-me apenas dizer que Coven valeu mais por cenas específicas e atuações restritas do que pelo contexto geral.

Por: Kaio Lopes

Audiência USA (TV FECHADA) 07/02-13/02/14:

Imagens Posts

The Walking Dead continua atingindo índices expressivos e se fosse exibida em televisão aberta, seria uma das cinco maiores audiências do mundo. A diferença entre a série e as demais é extrema. Confiram: 

twd detonando

Fonte: SÉRIE MANÍACOS

Por: Kaio Lopes